
Minha gente amiga! Quando eu coloquei um post aqui sobre Castlevania foi muito legal, começou com uma conversa que eu tive com o AMIGO STEFERSON que tinha baixado a trilha sonora. Eu fui atrás dela também, achei, e coloquei aqui no MIL COISAS. Depois me empolguei tanto que acabei colocando aqui também um post enorme com um monte de dicas para o jogo. (aliás eu tô devendo uma dica para o KYO) Foi o maior sucesso até hoje é o post que gerou mais comentários. Agora o Steferson me pediu pra achar a trilha do Donkey Kong Country, eu estou correndo atrás e tenho certeza que muita gente vai curtir. ENJOY!!!

A primeira aparição de Donkey Kong foi como vilão em um jogo de fliperama, onde o objetivo era salvar a princesa raptada pelo gorila gigante, mas não é desta versão que vamos tratar aqui, afinal, neste
primeiro jogo ele era um vilão.
Então, vamos para 1994, ano em que a Nintendo firmou sua parceria com a Rareware para trazer ao mundo uma aventura do gorilão, em Donkey Kong Country, que deu início a uma divertida trilogia que conta as aventuras da família Kong. Vale lembrar que Donkey Kong Country impressionou a todos com tantas coisas novas para a época, sendo um dos jogos mais queridos do SNES (Super Nintendo), afinal, muitos passaram boas horas para superar a infernal fase do carrinho no trilho de mina ou procurando todas as salas de bônus?
BANANAS ROUBADAS
A história do jogo se passa na ilha Kremling, um crocodilo chamado King K. Roll rouba todas as bananas de Donkey, que fica furioso, e o gorilão vai atrás de seu precioso tesouro, junto com um simpático macaquinho chamada Diddy Kong, que irá acompanhar o gorilão pelos 6 mundos da ilha que são repletos de inimigos, segredos e muitas
armadilhas que farão com que você passe boas horas até chegar ao fim deste excelente jogo.
Donkey Kong chama atenção em muitos aspectos, o primeiro deles é que, o game trouxe uma grande revolução gráfica ao ser o primeiro jogo para um console de 16 bits a usar uma engine gráfica com
efeitos em terceira dimensão, todos os cenários são ricos em detalhes, tais como céu, nuvens, chuvas com relâmpagos, tempestades de neve e
texturas metálicas, os personagens tem ótimos efeitos de animação, inclusive os personagens, que tem movimentos muito bem feitos.
Donkey Kong Country consegue usar ao máximo o poder do Super Nintendo e o melhor de tudo, sem nenhum dos terríveis Slows que são a dor de cabeça em alguns bons jogos.
DUPLA NEM TÃO PERFEITA

Você possui dois personagens sob seu comando, Donkey e Diddy Kong, e poderá jogar com ambos ao mesmo tempo, bastando apertar o botão A ou Select para mudar de um para outro. Na minha opinião, a Rare não soube explorar o uso dos dois macacos de um jeito mais dinâmico durante o jogo. Uma vez que o macaco que fica em segundo plano fica apenas seguindo o outro, ou seja, não atrapalha, mas também não ajuda em nada. Quando o personagem da frente é atingido por algum inimigo, você passa a controlar o macaco secundário automaticamente.
Existem os barris DK para que você liberte o macaco que foi atingido enquanto prossegue pela fase, felizmente. O uso dos dois macacos poderia ser melhor aproveitado nos possíveis jogos da franquia.
Os efeitos sonoros foram muito bem construídos, desde explosões, barris quebrando, o som dos inimigos quando morrem, o som que os macacos fazem e até o som de baque que é feito quando se pula de um lugar alto. Ainda existe ambientação de som, por exemplo, em uma fase dentro de uma caverna, as vozes dos macacos e dos inimigos vão soar com um leve eco.
Nas fases de chuva ou de neve, é possível ouvir o som da tempestade, e se você jogar um barril de ferro na neve o som será mais abafado, dentre diversos outros pontos assim. A Rare cuidou bem da parte sonora do jogo.
A trilha sonora é das mais belas feita para um jogo da era 16 bits, e perde apenas para a trilha de seu sucessor, Donkey Kong Country 2: Diddy´s Kong Quest. Da vontade de deixar o jogo parado só pra curtir as músicas das fases, outro trabalho excelente feito pela Rare.
UMA VIAGEM MALUCA

Donkey Kong Country consiste em seis mundos, em que cada mundo tem um número de fases a serem percorridas. Em cada um dos mundos você encontra um ponto para salvar seu jogo com a bela Candy Kong (Namorada de Donkey Kong), um ponto para pedir conselhos ao velho e sábio Cranky Kong (O pai de Donkey Kong) e o parceiro Funk Kong, que lhe permite usar um avião para viajar para mundos em que você já esteve. Em cada uma das fases você deve encontrar um determinado número de bônus para que ao fim do jogo você tenha a porcentagem de 101%.
O jogo tem uma dificuldade mediana, algumas fases são bem fáceis, outras são osso duro de roer. É preciso ter uma grande paciência para passar de fases como a fábrica em que a luz acende e apaga a cada segundo e a já citada fase onde você deve atravessar uma pista de mina com um carrinho. Os chefes são bem fáceis, mas a batalha final do King K. Roll pode ser bem demorada, até que se pegue as manhas de como derrotá-lo.
Donkey Kong Country é um excelente jogo, um ótimo início para uma trilogia de sucesso da Nintendo, e se você nunca jogou Donkey Kong Country, então está deixando de se divertir com um dos melhores games já lançados para a plataforma SNES.
Donkey Kong Country 2 > 1994


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Nada ofensivo, por favor!